sábado, 22 de fevereiro de 2014

Pra mim tudo a ver


Pra mim, tudo a ver (do blog) 
      


                      Zygmunt Bauman




Zygmunt Bauman (Poznań19 de novembro de 1925) é um sociólogo polonês que iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Lá conheceu o filósofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Atualmente é professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.

Tem mais de dezesseis obras publicadas no Brasil, dentre as quais Amor LíquidoGlobalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Bauman tornou-se conhecido por suas análises das ligações entre a modernidade e o holocausto, e o consumismo pós-moderno.

(texto Wikipédia)


      vivemos o fim do futuro

A revista Época publicou uma entrevista exclusiva com o filósofo polonês Zygmunt Bauman. Na conversa com o editor de cultura da Época, Luís Antônio Giron, Bauman, considerado um dos pensadores mais eminentes do declínio da civilização, fala sobre como a vida, a política e os padrões culturais mudaram nos últimos 20 anos.
As instituições políticas perderam representatividade porque sofrem com um “déficit perpétuo de poder”. Na cultura, a elite abandonou o projeto de incentivar e patrocinar a cultura e as artes. Segundo ele, hoje é moda, entre os líderes e formadores de opinião, aceitar todas as manifestações, mas não apoiar nenhuma. Leia a entrevista.


Entrevista Zygmunt Bauman: "Vivemos o fim do futuro”
por Luís Antônio Giron para Época (19/02/2014)




Época: De acordo com sua análise, as pessoas vivem um senso de desorientação. Perdemos a fé em nós mesmos?

Zygmunt Bauman: 
Ainda que a proclamação do “fim da história” de Francis Fukuyama não faça sentido (a história terminará com a espécie humana, e não num momento anterior), podemos falar legitimamente do “fim do futuro”. Vivemos o fim do futuro. Durante toda a era moderna, nossos ancestrais agiram e viveram voltados para a direção do futuro. Eles avaliaram a virtude de suas realizações pela crescente (genuína ou suposta) proximidade de uma linha final, o modelo da sociedade que queriam estabelecer. A visão do futuro guiava o presente. Nossos contemporâneos vivem sem esse futuro. Fomos repelidos pelos atalhos do dia de hoje. Estamos mais descuidados, ignorantes e negligentes quanto ao que virá.

Época: Segundo o senhor, a decadência da política acontece desde o século passado. A situação piorou agora? 

Zygmunt Bauman: 
A decadência da política é causada e reforçada pela crise da agenda política. As instituições amarram o poder de resolver os problemas à política. Ela seria capaz de decidir que coisas precisariam ser feitas. Nossos antepassados conceberam uma ordem que dependia dos serviços do Estado-nação. Mas essa ordem não é mais adequada aos desafios postulados pela contínua globalização de nossa interdependência. Com a separação do poder e da política, a gente se encontra na dupla situação de poderes livres do controle político e da política que sofre o déficit perpétuo do poder. Daí a crise de confiança nas instituições políticas, uma vez que a política investiu nos parlamentos e nos partidos para construir a democracia como atualmente a compreendemos. Mais e mais pessoas duvidam que os políticos sejam capazes de cumprir suas promessas. Assim, elas procuram desesperadamente veículos alternativos de decisão coletiva e ação, apesar de, até agora, isso não ter representado uma alteração efetiva.
Época: As redes sociais aumentaram sua força na internet como ferramentas eficazes de mobilização. Como o senhor analisa o surgimento de uma sociedade em rede?

Zygmunt Bauman: Redes, você sabe, são interligadas, mas também descosturadas e remendadas por meio de conexões e desconexões... As redes sociais eram atividades de difícil implementação entre as comunidades do passado. De algum modo, elas continuam assim dentro do mundo off-line. No mundo interligado, porém, as interações sociais ganharam a aparência de brinquedo de crianças rápidas. Não parece haver esforço na parcela on-line, virtual, de nossa experiência de vida. Hoje, assistimos à tendência de adaptar nossas interações na vida real (off-line), como se imitássemos o padrão de conforto que experimentamos quando estamos no mundo on-line da internet.


Época: Os jovens podem mudar e salvar o mundo? Ou nem os jovens podem fazer algo para alterar a história?

Zygmunt Bauman: Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e da determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real.
Época: Como o senhor vê a nova onda de protestos na Europa, no Oriente Médio, nos Estados Unidos e na América Latina, que aumentou nos últimos anos?

Zygmunt Bauman: Se Marx e Engels escrevessem o Manifesto Comunista hoje, teriam de substituir a célebre frase inicial – “Um espectro ronda a Europa – o espectro do comunismo” – pela seguinte: “Um espectro ronda o planeta – o espectro da indignação”. Esse novo espectro comprova a novidade de nossa situação em relação ao ano de 1848, quando Marx e Engels publicaram o Manifesto. Faltam-nos precedentes históricos para aprender com os protestos de massa e seguir adiante. Ainda estamos tateando no escuro.

Época: O senhor afirma que as elites adotaram uma atitude de máximo de tolerância com o mínimo de seletividade. Qual a razão dessa atitude?

Zygmunt Bauman: Em relação ao domínio das escolhas culturais, a resposta é que não há mais autoconfiança quanto ao valor intrínseco das ofertas culturais disponíveis. Ao mesmo tempo, as elites renunciaram às ambições passadas, de empreender uma missão iluminadora da cultura. A elite deixou de ser o mecenas da cultura. Hoje, as elites medem sua superioridade cultural pela capacidade de devorar tudo.


Época: Essa diluição dos valores explica por que artistas como Damian Hirst e Jeff Koons buscam mais fama do que reconhecimento artístico?

Zygmunt Bauman: Prefiro não generalizar sobre esse tema. Os artistas, suas performances e produtos são hoje em dia muitos e diferentes, e os veredictos apressados são equivocados. Pessoalmente, detesto e me aborreço com os Damiens Hirsts, Jeff Koons e similares.
(ler sobre a obra de Damiens Hirsts e Jeff Koons no final da postagem) Mas eles são ostensivamente sustentados pelas correntes e modas guiadas pelo mercado. Os mercados usurparam o mecenato das artes das igrejas e dos Estados. Por isso, o meio é realmente a mensagem da arte contemporânea.
Época: Como diz o crítico George Steiner, os produtos culturais hoje visam ao máximo impacto e à obsolescência instantânea. Há uma saída para salvar a arte como uma experiência humana importante?

Zygmunt Bauman: Bem, esses produtos se comportam como o resto do mercado. Voltam-se para as vendas de produtos na sociedade dos consumidores. Uma vez que a busca pelo lucro continua a ser o motor mais importante da economia, há pouca oportunidade para que os objetos de arte cessem de obedecer à sentença de Steiner...


Época: O senhor diz que a cultura se tornou dependente da moda. Por que isso ocorre?

Zygmunt Bauman: Modas vêm e vão e são tão velhas quanto a cultura, tão antigas quanto o homo sapiens... O que a fez tão espetacularmente presente em nossa vida diária é o impacto combinado da comunicação digital em tempo real e da produção em massa com a associação entre butiques de alta-costura e grandes redes de lojas. As manifestações culturais e artísticas são arrastadas pelo motor da moda.
Época: A moda pode dar sentido à vida das pessoas?

Zygmunt Bauman: A moda tem seus usos e uma demanda enorme e crescente. Ela fornece um modelo para a constante troca de identidades de nosso mundo. Funciona também como antídoto contra o horror de falhar num mundo em alta velocidade e contra o resultante abandono e degradação social. Não há nada de inútil na moda. Pelo contrário, é uma necessidade num mundo de flutuação e desorientação.
Época: Seus livros parecem pessimistas, talvez porque abram demais os olhos dos leitores. O senhor é pessimista? Ou busca a alegria de alguma forma, apesar de todos os problemas?

Zygmunt Bauman: A meu ver, os otimistas acreditam que este mundo é o melhor possível, ao passo que os pessimistas suspeitam que os otimistas podem estar certos... Mas acredito que essa classificação binária de atitudes não é exaustiva. Existe uma terceira categoria: pessoas com esperança. Eu me coloco nessa terceira categoria. De outra forma, não veria sentido em falar e escrever...



                                                    Damian Hirst









A morte é o tema central da sua obra, que sempre esteve rodeada de grande polémica mais ou menos premeditada e, por conseguinte de um grande seguimento mediático; por exemplo, as autoridades de New York proibiram a exposição do seu "casal morto fodendo duas vezes", dos cadáveres de um touro e uma vaca flutuando em formol. Esta última pertence à sua série de obras mais conhecida, Natural History na qual distintos animais mortos como um tubarão, uma ovelha ou uma vaca são conservados e por vezes cortados dentro de tanques de formaldeído. É ainda conhecido por seus "spin paintings", realizados sobre una superfície giratória, e pelos seus "spot paintings", círculos coloreados aleatoriamente.
O seu trabalho mais icónico e polémico, The Physical Impossibility Of Death In the Mind Of Someone Living (Impossibilidade física da morte na mente de alguém vivo), um enorme tubarão tigre numa vitrina cheia de formaldeído, foi vendido em 2004 como a segunda obra mais cara de um artista em vida (depois de Jasper Johns), rondando os dez milhões de dólares. Devido à decomposição do tubarão-tigre, foi substituído com um novo espécime em 2006.
Em Agosto de 2007, este escultor vendeu por 100 000 000 USD (cem milhões de dólares), a obra 'Pelo amor de Deus', que consiste num crânio com mais de oito mil diamantes incrustados. O montante desta transação é o mais alto pago até à data por uma obra de um artista vivo.
(Texto Wikipédia)



                                                      Jeff Koons









O artista conceitual Jeff Koons usou de várias ideias e materiais para construir suas obras. Nessa diversidade estão:
·         PUPPY - um cachorro formado por flores, medindo 16 metros de altura, construído num jardim de um palácio. Esse trabalho, ele fez em protesto por não ter participado da Documenta de Kassel, em 1992, na Alemanha. Ele comparou a cidade alemã à Disneylândia. Atualmente a "escultura"está no Museu Guggenheim de Bilbao.
·         BRANCUSI - um coelho feito de plástico espelhado, imitando aço inoxidável policio. Nessa obra, o significado não está reconhecido, está aberto; ele reflete a personalidade do observador; ele se adequa ao ambiente como um camaleão.
·         SÉRIE DE OBJETOS DE PORCELANA- o artista fazia encomendas, a artesões, de pequenos objetos populares: estátuas religiosas (anjinhos), animais caricaturados (cachorrinhos, ursinhos) e até de alguns ícones populares (Michael Jackson, pantera cor-de-rosa), arranjo de flores-objetos presentes no cotidiano. Assim, ele se apropria de elementos estéticos da cultura de massa (que já possuem uma função), descontextualizando-as.
·         SÉRIE ‘MADE IN HEAVEN’ - o artista apresentava uma série de fotos gigantescas onde apresentava atos sexuais explícitos, assim como fotos dele mantendo relações sexuais com a atriz-pornô Cicciolina (a ícone do gênero). O tema de Koons nesse trabalho seria a validade da pornografia como arte. Segundo Koons, as imagens não possuem o objetivo de produzir atração sexual nos observadores, elas apenas mostram a intimidade de um casal - quebrando um padrão de moral, o que diferencia é a intenção. Essa afirmação é bastante discutível, mas a discussão levantada pelo artista tem sido considerada com frequência por artistas contemporâneos.
·         ICON GOOGLE - a 30 de Abril de 2008, o logotipo apresentado na página do Google é criação de Kooks. .
·         Colaborações com Lady Gaga - a capa do 3ª álbum de estúdio de Lady GagaARTPOP foi criada pelo artista e divulgada na Times Square a 07/10/2013. C (ver capa) Criou também esculturas para um evento da cantora, a ArtRave, suas obras foram expostas no dia 11/11/2013. Tem seu nome citado na música Applause.
As relações que seus trabalhos possuem com o conceito de kitsch é que ele transforma o que é kitsch em obra de arte. Por exemplo: na obra PUPPY ele usa um jardim, que já possui uma função estética de pura decoração, em uma ironia dentro de um contexto específico; o coelho BRANCUSI ele juntou a vontade de emitir do emissor com a vontade de receber do receptor, para transformar o kitsch objeto em arte; as porcelanas põem em questão: obra de arte ou objeto de cultura de massa?.
(Texto Wikipédia)


Chico Expedito – fev/2014

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Tirinhas


Algumas Tirinhas Inspiradas, via Internet.










domingo, 10 de novembro de 2013

A Proporção Divina





           Todos nós já ouvimos falar no número Pi.

É o irracional mais famoso da história, com o qual se representa a razão constante entre o perímetro de qualquer circunferência e o seu diâmetro.
Equivale a 3,141592653589793238462643383279502884197169399375... e é conhecido vulgarmente como 3,1416.
Não o confundir com o número Phi que corresponde a 1,618.
Agora vem a curiosidade de Phi...
O número Phi (letra grega que se pronuncia "fi") apesar de não ser tão conhecido, tem um significado muito mais interessante.
Durante anos o homem procurou a beleza perfeita, a proporção ideal.
Os gregos criaram então o rectângulo.


Era um rectângulo, do qual havia-se proporções: o lado maior dividido pelo lado menor e a partir dessa proporção tudo era construído.
Assim eles fizeram o Parthenon.








A proporção do rectângulo que forma a face central e lateral. A profundidade dividida pelo comprimento ou altura, tudo seguia uma proporção ideal de 1,618.
Os Egípcios fizeram o mesmo com as pirâmides: cada pedra era 1,618 menor do que a pedra de baixo, a de baixo era 1,618 maior que a de cima, que era 1,618 maior que a da 3ª fileira e assim por diante.





Durante milénios, a arquitectura clássica grega prevaleceu.
O rectângulo de ouro era padrão, mas depois de muito tempo veio a construção gótica com formas arredondadas, que não utilizavam o rectângulo de ouro grego.



Mas no ano 1200, Leonardo Fibonacci um matemático que estudava o crescimento das populações de coelhos, criou aquela que é provavelmente a mais famosa sequência matemática, a Série Fibonacci.









A partir de 2 coelhos, Fibonacci foi contando como eles aumentavam a partir da reprodução de várias gerações e chegou a uma sequência onde um número é igual a soma dos dois números anteriores:

1 2 3 5 8 13 21 34 55 89 ...
     1+1=2
     2+1=3
     3+2=5
     5+3=8
     8+5=13
   13+8=21 ... e assim por diante...


Aí entra a 1ª "coincidência":

·    A proporção de crescimento média da série é... 1,618.
·    Os números variam, um pouco acima às vezes, e outras um pouco abaixo, mas a média é 1,618. Exactamente a proporção das pirâmides do Egipto e do rectângulo de ouro dos gregos.

Então, essa descoberta de Fibonacci abriu uma nova ideia de tal proporção, a ponto de os cientistas começaram a estudar a natureza em termos matemáticos e começaram a descobrir coisas fantásticas. Por exemplo:

·         A proporção de abelhas fêmeas em comparação com abelhas machos numa colmeia é de 1,618.
·         A proporção que aumenta o tamanho das espirais de um caracol é de 1,618.
·         A proporção em que aumenta o diâmetro das espirais sementes de um girassol é de 1,618.
·         A proporção em que se diminuem as folhas de uma árvore a medida que subimos de altura é de 1,618.











E não só na Terra se encontra tal proporção.
Nas galáxias, as estrelas distribuem-se em torno de um astro principal numa espiral obedecendo à proporção de 1,618.




Por isso, o número Phi ficou conhecido como A DIVINA PROPORÇÃO.

Por que os historiadores religiosos descrevem que foi a beleza perfeita que Deus teria escolhido para fazer o mundo?


Por volta de 1500, com o retorno do Renascentismo, a cultura clássica voltou à moda.

Michelangelo e, principalmente Leonardo da Vinci, grandes amantes da cultura pagã, colocaram esta proporção natural em suas obras.










Mas Da Vinci foi ainda mais longe: ele, como cientista, usava cadáveres para medir a proporção do seu corpo e descobriu que nenhuma outra coisa obedece tanto a DIVINA PROPORÇÃO do que o corpo humano... Obra prima de Deus.






Por exemplo:

·         Meça sua altura e depois divida pela altura do seu umbigo até o chão: o resultado é 1,618.
·         Meça seu braço inteiro e depois divida pelo tamanho do seu cotovelo até o dedo: o resultado é 1,618.
·         Meça seus dedos, ele inteiro dividido pela dobra central até a ponta ou da dobra central até a ponta dividido pela segunda dobra: o resultado é 1,618.
·         Meça sua perna inteira e divida pelo tamanho do seu joelho até o chão: o resultado é 1,618.
·         A altura do seu crânio dividido pelo tamanho da sua mandíbula até o alto da cabeça dá 1,618.
·         Da sua cintura até a cabeça e depois só o tórax: o resultado é 1,618.
·         Considere sempre erros de medida da régua ou fita métrica, que não são instrumentos precisos de medição.
·         Tudo, cada osso do corpo humano, é regido pela DIVINA PROPORÇÃO.
·         Coelhos, abelhas, caramujos, constelações, girassóis, árvores, arte e o homem, coisas teoricamente diferentes, são todas ligadas numa proporção em comum.
·         Até hoje essa é considerada a mais perfeita das proporções. Meça seu cartão de crédito, largura / altura, seu livro, seu jornal, uma foto revelada.
·         Encontramos ainda o número Phi em famosas sinfonias como a 9ª de Bee
thoven e em outras e diversas obras.


Então... Isso tudo será uma mera coincidência?


Ano 2000

Como seria o ano 2000 imaginado em 1910



Um artista francês chamado Villemard produziu no ano de 1910 uma série de ilustrações imaginando como seria a vida em 2000. As ilustrações foram encontradas no na biblioteca nacional da França, e acredita-se que elas eram uma espécie de figurinhas colecionáveis que vinham em alimentos.

                                    
Os barcos voariam. Uma espécie de avião.



Essas moças estão usando patins motorizados.



Uma pessoa passa uma imagem que é enviada de outro lugar. 



Um aluno coloca livros em uma máquina de moer, as informações são transformadas em sinais elétricos que vão para a mente dos alunos.



Uma máquina que faz uma peça de roupa por vez.



Carros de guerra em conflito.



O nome dessa imagem é "curiosidade". Acreditava-se nessa época que a maioria dos animais estariam extintos no ano 2000. As pessoas admiram um cavalo, que na cabeça do artista, seria raro hoje em dia.



Segundo a ilustração, um trem elétrico ligaria Paris à Beijing.



Um helicóptero sendo detectado por uma torre de comando.



Uma patrulha e suas bicicletas armadas.



Um banheiro com vários mecanismos, alavancas e engrenagens. A eletrônica era inimaginável nesse mundo mecânico.



Pessoas ouvindo o seu jornal favorito.



Um arquiteto seria responsável por uma obra inteira, apenas controlando botões. Um dos botões ativa um auto-falante que solta cantadas para as moças que passam na rua.



Um policial para um avião que está cometendo alguma infração de trânsito.

Idioma Alemão



                                A Língua Alemã


A
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sábado, 13 de julho de 2013

Praça São Salvador

Mais Violência
Agora embaixo das nossas janelas




domingo, 11 de novembro de 2012

Exposição: “Niterói: Fragmentos de Espaço e Tempo”


http://herbertmacario.blogspot.com.br/


A natureza do olhar é panorâmica, mas direcionamos nossa atenção de acordo com um interesse. Aqui, faço uma decomposição do olhar, fragmentando o foco de atenção em espaço e tempo.

Nas composições aqui expostas, procuro um modo de ultrapassar a ilusão do real inerente à fotografia, evidenciando múltiplos focos de atenção. A fidelidade do processo fotográfico é mantida, em cada imagem tomada, com a intenção de que surja uma metalinguagem capaz de provocar o olhar do observador.

O tema do ensaio são as paisagens naturais e urbanas da cidade de Niterói. Busco características menos humanísticas e mais plásticas. A escolha de Niterói se deve, especialmente, pela relação afetiva que tenho com minha cidade natal e por ela ser o palco de meus primeiros e mais constantes estudos.

Herbert Macário


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sábado, 27 de outubro de 2012

A Garota do Café (2005)




Existem filmes que ficam ocultos... Precisam ser apresentados por uma amigo. 
Este é o caso do tele filme “A Garota do Café” (The Girl in the Café)
Singelo, lento e meio desconfortável em alguns momentos.
Uma brilhante atuação do casal de protagonistas, Bill Nighy , ótimo como sempre e Kelly Macdonald.
Muito interessante!



http://www.imdb.com/title/tt0443518/

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Lagoa Bonita, Lecóis Maranheces

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